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HOMILÉTICA
INTRODUÇÃO:
A homilética é ciência quando considerada sob o ponto de vista de seus fundamentos teóricos, históricos, psicológicos e sociais; Arte quando considerada nos seus aspectos estéticos, a beleza do conteúdo e da forma; Técnica quando considerada pelo modo especifico de sua execução ou ensino e, Religiosa quando considerada por sua função espiritual, ou seja, adoração, poder, transformações, manifestações espirituais, etc.
Homilética é a disciplina teológica que estuda a ciência, a arre e a técnica de analisar, estruturar e entregar a mensagem do evangelho
. O termo homilética surgiu durante o iluminismo, entre os séculos XVlI e XVlII, quando as principais disciplinas teológicas receberam nomes gregos. Na Alemanha, Stier .propôs o nome "Kerictica", derivado de Kerix, que significa "arauto". Sikel sugeriu "Halieutica", derivado de Haloeos, que significa "pescador". Para uma perfeita compreensão da matéria, é necessário que se conheça bem as definições e significados das palavras e sua etimologia.
O termo homilética tem suas raízes etimológicas em três palavras da cultura grega:
Homilos significa: "multidão, turma, assembléia do povo"(At. 18:17).
Homilia significa: "associação, companhia" (ICo.15:33). Homileo significa: "falar, conversar" (Lc.24:14s;At.20:11,24,26).
DEFINIÇÕES:
Pregação é o ato pelo qual se expõe uma idéia.
Mensagem é a idéia ou a filosofia de uma pregação
Sermão é um discurso de caráter religioso;
Arte da pregação trata da beleza, organização, criatividade e imaginação no sermão;
Ciência da Homilética é a ciência que tem como objeto o estudo dos sermões, sua classificação, gêneros, tipos, estruturas, etc;
"Homilética" é a ciência cuja arte é a pregação e cujo resultado é o sermão.
I- OS GÊNEROS DE SERMÕES:
Os gêneros de sermões nada mais é, do que classes de assuntos bíblicos de uma mesma natureza.
É o conteúdo propriamente dito do sermão.
1 - Evangelístico: É o gênero de sermão que leva o ouvinte face a face com Cristo, com o filho de Deus e o convence a aceitá-lo como Salvador e Senhor, (Jo. 3:16; Is. 1:18; Rm. 3:23-24)
2 - Doutrinário ou Teológico: É o gênero de sermão que interpreta uma ou mais verdades cristãs com fins práticos, Este gênero de sermão apela tanto para a mente como. para o coração. Exemplos do gênero doutrinário: A Trindade, A Santificação, A Expiação, A Ressurreição, A Doutrina das Ultimas Coisas, etc, (! Co. 15:38; 15:2028; Ef. 4:1724). Este gênero exige do pregador um preparo muito grande em termos de conhecimento teológico.
3 - Ético: Assemelhasse, às vezes, ao Doutrinário, só que este se relaciona com o dever, enquanto o outro diz respeito à verdade em si mesma. Exemplos do gênero ético: O Perdão, O Preconceito Racial, O Casamento, O Domingo, As Virtudes do Cristão, etc, (Ef. 5:22-32;, 2:16-19; 3:18-25).
4 - Pastoral, ou Inspirador: É o gênero de sermão que encoraja, fortifica, anima, renova as forças e as esperança do crente. Este gênero é conhecido como inspirador ou devocional, (Is. 40:1 ; 29:31; 41:10; Sl. 23:13).
5 - Cerimonial: É o gênero usado para cerimônias especiais, tais como: Sepultamento, Casamento, Inauguração "de Templos, Aniversários e outros, etc, (IRs. 8:22-27; Lc. 2:21-35; Jo.2:112; 11:17-28).
II- OS TIPOS DE SERMÕES:
São técnicas de explanação e divisão do texto usado para confeccionar a mensagem a ser pregada.
1 - TEXTUAL:
As divisões correspondem de modo mais perfeito as frases e cláusulas do texto. As divisões do sermão são iguais às divisões do texto escolhido.
Tem como característica principal, a confecção do sermão centralizado unicamente em um só versículo.
2- OS SERMÕES TEXTUAIS DIVIDEM-SE EM:
6 - Textual Fraseológicas divisões correspondem exatamente as próprias frases do texto.
Exemplos:
a) Tema: "O homem Feliz". Ref.: Salmo 1:1.
• Não anda no conselho dos ímpios;
• Não se detém no caminho dos pecadores;
• Nem se assenta na roda dos escarnecedores.
b) Tema: "A Fases da Tribulação". Ref.: IICor.4:17.
• Nossa Tribulação;
• Leve Tribulação;
• Momentânea Tribulação;
• O Fim da Tribulação.
c) Tema: "O Caminho Certo". Ref.: Lc. 9:23.
• Se alguém quiser vir após mim:
• Negasse a si mesmo.
• Se alguém quiser vir após mim:
• Tome cada dia a sua cruz.
• Se alguém quiser vir após mim:
• Siga-me.
7 - Textual Tópico: As divisões correspondem às frases textuais, mas não são expressas nas palavras do texto. Utilizasse as mesmas divisões do texto, mas com outras palavras sinônimas.
Exemplos:
a) Tema: "Um Visitante Desejável". Ref.: Apoc.3:20.
• I Eis que estou a porta e bato;
• II Se alguém ouvir e abrir a porta; (Textual Fraseológico)
• III Cearei com ele e ele comigo.
b) Tema: Um Carteiro Especial “. Ref.: Apoc. 3:20.
• I Ele quer entrar;
• II Ele esta chamando; (Textual Tópico)
• III Ele entra em sua vida.
8 - Textual Inferente As divisões são inferidas das frases textuais. É usado poucas vezes por sua dificuldade de elaboração. As orações textuais reduzidas a uma expressão sintética ou palavra que encerra o conteúdo, sendo portanto, a essência da frase ou declaração. Esta modalidade prestasse a análise de textos que não podem ser divididos naturalmente.
Exemplos:
a) Tema: “Porque Jesus não Lançaria fora nenhuma Pessoa?”.". Ref.:Jo. 6:37.
• I Não seria de acordo com a sua promessa;
• II Seria abandonar a obra que começou;
• III Seria fugir do Plano do Pai.
b). Tema: "Como Procurar a Cristo". Ref.: Jer. 29:13.
• I Não Procurar com Palavras;
• II Não Procurar com Gestos;
• III Não Procurar com a Aparência.
Conclusão: Procurar com o Coração Sincero.
3 - VANTAGENS DO SERMÃO TEXTUAL:
a) Quanto ao ouvinte:
Fixa a atenção do ouvinte numa parte das Escrituras;
É mais fácil para o ouvinte seguir o sermão no texto;
É muito apreciado pelo ouvinte e pelo povo;
Leva o ouvinte um maior contato com a bíblia.
b) Quanto ao pregador:
Era usado pela igreja primitiva;
Exige do pregador um conhecimento profundo das Escrituras;
Obriga o pregador a estudar a bíblia constantemente;
É o que mais se presta no doutrinamento dos cristãos;
É o que mais se adapta ao pregador de cultura mediana, mas com vasto conhecimento das Escrituras e de certos tratados teológicos;
Obriga o pregador a levar uma vida de oração;
E mais fácil de preparar.
4- DESVANTAGEM DO SERMÃO TEXTUAL:
Limitasse a uns poucos textos (um versículo);
O texto pode conter mais idéias que o pregador possa explicar;
Corre o risco de tornar o sermão artificial, porque às vezes o pregador não tem o trabalho de estudar o sermão e orar pelo resultado.
5 - EXPOSITIVO:
É uma exposição bíblica com base num texto com dois ou mais versículos.
Sermão expositivo e aquele em que uma porção mais ou menos extensa da Escritura é interpretada em relação a um tema ou assunto. A maior parte do material deste tipo de sermão provém diretamente da passagem, e o esboço consiste em uma série de idéias progressivas que giram em torno de uma idéia principal.
1 - Principais diferenças de sermão expositivo para o sermão textual:
Tratamento de um texto mais longo, dois ou mais versículos;
O sermão passa a ser interpretativo do texto;
Tratamento ou exposição de assuntos específicos;
Maior dificuldade de preparo em relação ao textual.
2- Características do sermão expositivo:
Não e um mero comentário de textos bíblicos e, sim, uma análise pormenorizada e lógica do texto sagrado;
Prestasse melhor a exposição continua de um livro bíblico inteiro ou de uma doutrina;
E de grande valor para o desenvolvimento do poder espiritual e da cultura teológica do pregador e de sua congregação;
Inclinasse mais a interpretação natural das Escrituras do que a alegórica;
E o método mais difícil, apreciado pelos que se dedicam a leitura e ao estudo diário e constante da bíblia.
6- O SERMÃO EXPOSITIVO DIVIDEM-SE EM:
a) Analítico: Analisa o texto versículo por versículo. E o sermão narrativo ou interpretativo do texto lido;
b) Sintético: E uma síntese de todo o texto ou livro.
Exemplos:
Tema: "A Visão de um Jovem", Ref.: Isaias 6:1-8
I A visão que um jovem tem de Deus;
II A visão que um jovem tem do pecado;
III A visão que um jovem tem da purificação;
IV A visão que um jovem tem do serviço.
Tema: "As Revelações de Jesus", Ref.: Jo. 9:35-41.
I Revelação de Jesus aos cegos;
II Revelação de Jesus aos religiosos;
III Revelação de Jesus ao mundo.
3 - Uma análise sintetizada do Texto de Efésios 6:1018:
Paulo aqui trata da batalha espiritual do crente.
Do versículo 1013, o apóstolo anima o crente a ser corajoso e firme em face dos inimigos avassaladores (espirituais);
Os versículos 1417, lidam com as diferentes partes da armadura que o senhor providenciou para os santos em face do inimigo sobre-humano;
No versículo 18, ele diz que o crente vestido com a armadura deve entregar-se a vida de oração e intercessão pelos santos.
4 - Aspectos da guerra espiritual relatada pelo apóstolo Paulo:
Tema: "As características do crente"
I A firmeza do crente vs.1013;
II A armadura do crente vs.1417;
III A vida de oração do crente v.18.
5 - Examinando mais profundamente estes versículos, poderemos acentuar outros, aspectos importantes ensinados no texto.
Tema: "A Boa Luta da Fé".
Assunto: Aspectos relacionados com a guerra espiritual do crente.
I A moral do crente vs. 1014;
Deve ser el,evada v.10;
Deve ser firme vs.1114.
II A armadura do crente vs. 14b.17.
Deve ter caráter defensivo vs.14b 17a;
Deve também ter caráter ofensivo v. 18b.
6 - Temático: Analisa um tema específico.
As vezes pode tornar uma expressão muito repetida na sua exposição e significação. "Spurgem, fez um sermão sobre a palavra "pequei" explicando a significação em sete lugares das Escrituras. Pode ser um tema doutrinário, didático, devocional ou as narrativas históricas e as biografias bíblicas.
Exemplos:
Tema: "De mãos cheias.., a bênção não vem", Ref.: Mc. 10:28-30.
I Para quem tem as mãos cheias das coisas do mundo;
II Para quem tem as mãos ocupadas com os cuidados do mundo;
III Para quem tem as mãos acomodadas com os prazeres do mundo.
Tema: "Cristo, o centro da vida", Ref.: Fl 1.1:21-22.
I Vida física;
II Vida espiritual.
7- Exemplos de textos ou assuntos próprios a pregação expositiva:
Os milagres, as parábolas, os livros da bíblia, os salmos e orações..
8- Vantagens do sermão expositivo:
Foi o método usado pela Igreja Primitiva;
Fornece um melhor conhecimento da Palavra de Deus, ao pregador e ao ouvinte;
E eficiente na doutrinação (ensino) e edificação da Igreja;
Enriquece a experiência bíblica e espiritual do pregador;
Honra as Escrituras;
É mais fácil manter a unidade do sermão.
7 - DESVANTAGENS DO SERMÃO EXPOSITIVO:
É mais difícil de preparar. Mal preparado não interessa ao ouvinte;
Pode tornar-se demasiadamente longo;
Pode tornar-se monótono devido a extensão do sermão.
8 - SERMÃO TÓPICO OU TEMÁTICO:
E o que baseia num texto, pequeno ou não, numa palavra ou expressão. Sermão Tópico / temático e aquele cujas divisões principais derivam do tema, independentemente do texto, elaboradas pelo próprio pregador.
Características Principais:
1 - O texto só proporciona o pensamento para o assunto, mais depois de escolhido o texto já não e a base principal da análise. As divisões são provenientes do assunto e não do texto;
2 - O pregador é o responsável pela elaboração das divisões.
Exemplos de Sermão Tópico / Temático:
A Bíblia e uma fonte inesgotável de temas, onde o pregador pode selecionar material abundantemente para qualquer ocasião ou condição em que as pessoas se encontrem. Mediante o garimpar constante o pregador descobrirá um vasto tesouro para a sua própria edificação e da sua Igreja.
Exemplos:
Tema: "As marcas de um crente dedicado", Ref.: GI. 6:17.
I Como o escravo, o crente dedicado:
Leva a marca da posse do Mestre a quem ele pertence, (I Co. 6:1920; Rm. 1:1).
II Como o soldado, o crente dedicado:
Leva a marca da devoção ao comandante a quem serve, (11Tm. 2:3; II Co. 5:15).
III Como o devoto, o crente dedicado;
Leva a marca de adorador do Mestre, a quem venera, (Fp. 1:20; II CO. 4:5).
Tema: "A Esperança do crente".
I E uma esperança viva;
II E uma esperança salvadora;
III E uma esperança segura;
IV E uma boa esperança;
V E uma esperança invisível;
VI E uma esperança bendita;
VIl E uma esperança eterna.
9 - SUGESTÕES PARA MENSAGENS TÓPICAS / TEMÁTICAS:
a) Títulos Gerais:
Retratos do homem (Jesus) Perfeito;
O amor de Jesus.
O rosto de Jesus;
As lágrimas de Jesus;
A cruz de Jesus;
O sangue de Jesus;
O nome de Jesus.
b) O pregador pode falar sobre "Os Enganos Espirituais Comuns":
O Engano dos Testemunhas de Jeová;
O Engano do Mormonismo;
O Engano do Adventismo do Sétimo dia;
O Engano do Espiritismo.
c) O Pregador pode tratar da "Vida em planos mais elevados":
A Vida Disciplinada;
A Vida Consagrada;
A Vida de Oração;
A Vida Abundante.
d) O Pregador e sua mensagem sobre "O Lar Cristão":
O fundamento do Lar Cristão;
O Real Relacionamento da Esposa com o Marido e com Cristo;
Privilégios da Paternidade;
Disciplina no Lar;
Devoções Familiares;
Ameaças ao Lar Cristão;
Vida Familiar Feliz.
O pregador criativo e de vida com Deus nunca faltará inspiração para a elaboração de sua mensagem e nunca cansará a Igreja com sermões repetitivos, insolúveis, intragáveis, etc.
10 - VANTAGENS DO SERMÃO TÓPICO / TEMÁTICO:
E o de divisão mais fácil. E mais fácil dividir um tema do que um texto, visto que este e mais complexo;
E o de ordem mais fácil, que melhor serve a observação da ordem e da harmonia das partes;
Conserva melhor a unidade;
Permite ao pregador discutir qualquer assunto que julgue necessário, seja: moral, evangelístico, doutrinário, ocasional, etc;
E uma excelente oportunidade para o aperfeiçoamento retórico do discurso;
Agrada muito as pessoas intelectuais, por seu apelo ao raciocínio, a lógica e a razão.
11 - DESVANTAGENS DO SERMÃO TÓPICO / TEMÁTICO:
Pode conduzir a negligência da Palavra de Deus. Usa-se o texto como pretexto,
sem se importar com uma exegese completa e exata;
Não cultiva no povo o desejo de estudar a Palavra de Deus;
O ouvinte tem sua atenção despertada para o pregador em detrimento da Palavra de Deus;
Encoraja o secularismo, e pode ficar muito na filosofia, na criação intelectual, satisfazendo apenas o ego humano;
Não alimenta o povo com a Palavra de Deus, exceto se internamente estiver recheado pelas Escrituras;
Pode afastar o pregador das Escrituras fixando-o em temas seculares;
Escolher a forma de acordo com o público:
Forma Retórica A Fidelidade de Deus;
Forma Lógica Deus é Fiel.
O ouvinte mais culto prefere a forma retórica, o mais simples prefere a forma lógica.
12 - SERMÃO HEGELIANO:
E o sermão baseado em uma conjunção:
Aditivas: e, nem, mas também, mais ainda;
Adversativa: mas, porém, contudo, todavia, entretanto;
Alternativa: ou, ta, quer, ora;
Conclusiva: pois, logo, portanto;
Explicativa: porque.
Exemplo:
I O salário do pecado é a morte;
Il Mas, Cristo quer salvar o pecador.
A ARQUITETURA DO SERMÃO:
A arquitetura de um sermão nada mais é, do que as partes componentes do sermão propriamente dito.
Não basta armazenar material para o sermão, e necessário saber utilizá-lo bem na construção do discurso. Como acontece ao corpo humano, a uma casa, etc, o Sermão possui suas partes componentes que devem ser colocados nos seus devidos lugares.
A estruturação do sermão requer nossa atenção, nosso denodo, assim como o paciente preparo objetivando causar um impacto imediato sobre os que nos ouvem.
Na formação do Sermão, estudamos os princípios da elaboração formal, ou da esquematização, ou da arquitetura do sermão. Prendesse nossa atenção para o título, a introdução, ao esboço propriamente dito, as ilustrações, as aplicações, etc, e finalmente a conclusão da prédica.
III - ESQUEMATIZAÇÃO DE SERMÃO
ARQUITETURA DO SERMÃO
1- TITULO OU TEMA
O título da mensagem especifica o assunto de modo geral sobre o qual o pregador ira falar. O tema delimita o assunto de modo mais especifico, tangenciando e dirigindo o rumo do discurso. O Texto é a coluna do apoio da mensagem.
Às vezes título e tema recebem o mesmo tratamento, não havendo diferenciação entre ambos. No caso aqui vamos nos ater ao termo "Tema", visto que, a explicação de um serve ao mesmo tempo para o outro, e a maneira técnica de tratar um e a mesma para o outro.
A definição do tema de um sermão deve ser uma das primeiras coisas a serem elaboradas na mensagem.
Não e aconselhável esboçar todo o esqueleto da mensagem e depois definir o tema, pois as divisões são amarradas ao tema.
2 - PRINCÍPIOS BÁSICOS NA ELABORAÇÃO DO TEMA:
O Tema deve ser pertinente ao texto ou a mensagem;
O Tema deve ser interessante. Deve despertar a atenção ou a curiosidade dos ouvintes;
O Tema deve ser de acordo com a dignidade do púlpito.
No esforço de despertar a atenção dos ouvintes, alguns pregadores extrapolam e comentem erros com temas extravagantes, sensacionais, rudes, irreverentes, e que às vezes escandalizam os ouvintes.
Veja estes exemplos:
"Vinho, Mulheres e Canção";
"Deve o marido bater na esposa?";
"O espertalhão";
"O grande maricas";
"O Chifrudo".
Temas como estes são fantásticos, rudes ou irreverentes, e inteiramente fora dos propósitos da tarefa sagrada de ministrar os oráculos de Deus aos homens. Embora procuremos criar interesse usando um tema atraente, é preciso manter sempre a dignidade devida a Palavra de Deus.
1 - O Tema deve ser breve;
2 - O Tema pode vir em forma de afirmação, interrogação ou exclamação.
Porque sofrem os cristãos? (Interrogativa).
Deus e quem supre as tuas necessidades. (Declarativa).
Sansão, a vitória do fracasso! (Exclamativa).
3- O Tema pode consistir em:
Frase seguida de pergunta: As perplexidades da vida: como encará-las?
Sujeito composto: O cristão e seus amigos.
3 - O TEXTO BIBLICO:
Definição:
Deriva o vocábulo latim "texte", que significa tecer. Figuradamente quer dizer reunir, construir, compor, é expressar o pensamento em discurso ou escrita. O substantivo "textus ou textum", indica o produto de tecer o tecido, a trama do pensamento de alguém, uma composição continua.
A prática surgiu da leitura de narrativas ou discussões continuas de algum autor e da adição de comentários, principalmente explicativos e da adição de notas nas, margens ou na parte inferior da página no escrito do autor. Assim a obra do autor a ser chamada "o texto", para distinguí-lo das notas e comentários fragmentados do editor ou orador.
Com o desenvolvimento da prática de alongar os comentários num discurso ordenado e encurtar a passagem das Escrituras, o vocábulo "texto" passou a significar a porção bíblica escolhida com sugestão ou base do sermão.
A "Critica Textual" e a ciência que determina qual foi a linguagem exata dos autores originais.
Denominasse contexto toda obra literária que antecede ou procede ao texto.
4 - VANTAGENS DO USO DO TEXTO:
a) Quanto ao pregador:
Falo lembrar que a sua tarefa e comunicar a vontade e ensino de Deus;
Dá-lhe autoridade e confiança para ensinar e esperar uma decisão positiva;
Conduz-lhe a oração, visto que a leitura da Bíblia e a oração estão intimamente ligados;
Ajuda-lhe em seu crescimento espiritual, intelectual e de poder;
Facilita-lhe o desenvolvimento do tema, e o impede de desviar abertamente dos temas e doutrinas escriturísticas.
b) Quanto ao ouvinte:
Proporciona mais oportunidade de se aprender das Escrituras;
Alimenta o ouvinte com a palavra de Deus;
A exposição bíblica fala mais ao coração do ouvinte, (Lc. 24:32);
E mais fácil o ouvinte compreender o sermão.
5 - REGRAS PARA SE ESCOLHER UM BOM TEXTO:
1 - Deve ser apropriado ao tema e a mensagem;
2 - O texto deve ser claro e com sentido;
3 - Não evite os textos simples e conhecidos, antes prefira-os;
4 - Declarações de pessoas não inspiradas devem ser tratadas com muito cuidado;
5 - Evite os textos obscuros;
6 - Cuidado com os textos analógicos;
7 - Prefira os textos que apelem para a imaginação;
8 - E preferível um só texto para cada sermão;
9 - Verifique se de fato se trata de um texto ou pretexto;
10-Procure a variedade.
6 - INTERPRETAÇÃO DE TEXTO:
Para se ter uma boa interpretação, e necessário fazermos uma exegese. A palavra exegese deriva do substantivo grego "exegesis", que significa declaração, narrativa, exposição, explicação, interpretação.
O texto bíblico apresentasse numa língua estrangeira (hebraico, aramaico ou grego) e inserido numa cultura, histórica e contexto social totalmente diferentes da realidade brasileira.
Temos de interpretar o texto no horizonte de seu autor,.com seu contexto e sua cultura, para depois aplicá-lo ao horizonte do ouvinte do século XX (vinte). E imprescindível sabermos o motivo e para quem o autor o escreveu.
Não modifique o sentido do texto para acomodá-lo a um pensamento particular.
Estude o a luz do contexto;
Obtenha uma impressão sólida do texto.
Leia o texto em voz alta diversas vezes.
Leia as diferentes versões bíblicas.
Memorize o conteúdo principal ou até todos os versículos.
Anote o que precede o texto.
Observe o que segue o texto.
Verifique qual e o tema dominante dos contextos.
Evite a espiritualização imprópria.
De atenção as figuras de linguagem que podem ocorrer no texto ou contexto, Ex.: Gn. 4:11 (prosopopéia).
Interprete a luz das verdades centrais das Escrituras. Não isolar o texto.
Observe as referências, pois elas ajudarão no entendimento da passagem.
IV - A INTRODUÇÃO OU EXÓRDIO
E a parte introdutória do sermão, ou seja, e o processo pelo qual o pregador procura preparar a mente dos ouvintes e causar um interesse para com a mensagem e o mensageiro.
7 - OBJETIVOS DA INTRODUÇÃO OU EXÓRDIO:
Conquistar a atenção dos ouvintes e despertar o seu interesse pelo tema da prédica. A introdução tem a finalidade de tornar os ouvintes benévolos, atentos e dóceis.
Preparar os ouvintes para compreenderem o assunto a ser apresentado.
É na introdução que o pregador conquista a platéia.
8 - PRINCIPIOS PARA UMA BOA INTRODUÇÃO OU EXÓRDIO:
Em geral, deve ser breve: Como o objetivo da pregação e apresentar aos homens a Palavra de Deus, convém que o pregador passe logo a parte principal da mensagem.
Deve Provocar o Interesse: Os primeiros minutos do sermão são muitíssimo importantes. É aqui que o pregador ganha ou perde a atenção do ouvinte. Se inicialmente for monótono, marcante ou trivial, provavelmente afetará a recepção da mensagem pelos ouvintes.
Por isso, deve empreender um esforço para atrair a atenção e cativar os ouvidos do povo a sua mensagem.
Procure despertar a curiosidade nas pessoas e evite as repetições, começando todo sermão do mesmo modo. Empregue tratamento diferente em cada sermão.
Outra maneira de chamar a atenção, e relacioná-lo a situações da vida. A introdução deve visar diretamente ao assunto.
9 - AS FONTES DE INTRODUÇÃO OU EXÓRDIO:
O texto às vezes uma referência ao auto das palavras lidas ou uma explicação do texto.
O contexto o que está dito antes ou depois do texto lido.
O assunto do sermão pode se explicar as vantagens em considerar o assunto ou sugerir o fim prático do discurso.
A ocasião talvez uma das melhores maneiras de se fazer uma introdução.
A ilustração que se relaciona bem com o assunto, ocasião, etc.
Empírica usando a experiência ou fatos da vida.
Citação notável Algo que esteja acontecendo em novela, etc.
Geografia Bíblica acerca de rios, lagos, montes, cidades, etc.
Histórica história bíblica, da Igreja, Pátria, etc.
Declaração direta Ex. "Regresso à Disciplina" O nosso mundo hoje enfrenta uma necessidade elementar: a necessidade da disciplina.
Manchete dos jornais pode inclusive mostrar o recorte.
Psicologia.
Fatos da vida a fila de ônibus, os mendigos, as crianças abandonadas, etc.
10 - CARACTERISTICAS DE UMA BOA INTRODUÇÃO OU EXÓRDIO:
Simplicidade evitar o pedantismo e o exibicionismo de qualquer forma.
Unidade uma idéia principal e suficiente com as demais que se agrupam ao redor.
Brevidade a introdução demasiadamente elaborada mata o sermão. De 5 a 10% do tempo do sermão.
Naturalidade deve-se falar em voz deliberada e clara. A linguagem deve ser natural e inteligível.
Modéstia a impressão egoísta no exórdio do sermão mata o efeito de todo o discurso e cria antipatia ao pregador. Devesse evitar referências pessoais.
Sugestiva seu bom pensamento, narrativa interessante, descrição bem feita, são elementos fundamentais para estimular a imaginação e por os ouvintes a pensar antes de chegarem ao corpo do sermão.
Apropriada ao lugar, ocasião e mensagem. Cordialidade expansivo, afável e franco. Clareza sem antecipar os fatos.
V - PROPOSIÇÃO OU TESE:
A proposição bíblica é a apresentação, explicação e desenvolvimento das grandes idéias doutrinárias, éticas e espirituais das Escrituras, de forma simples e convincente, que estimule o ouvinte. Normalmente é a parte de transição da introdução ao corpo do sermão.
Exemplos:
Baseados no que temos visto e lido nas manchetes de jornais, chegamos a conclusão que: "O homem natural não entende nada das coisas de Deus".
Baseados nestes fatos expostos da vida real, concluímos que: "Todo homem nasce pecador".
Em face da vida de fé e louvor dos homens de Deus, expressos nas páginas sagradas, temos a certeza que a verdadeira adoração é uma questão de espírito e verdade.
VI - O CORPO DO SERMÃO:
Esta parte do sermão recebe vários nomes, tais como: discussão, argumento, desenvolvimento do sermão. O corpo do sermão exige uma atenção especial, visto que o que precedeu foi um preparo para este momento, e o que virá após será uma questão apenas de fechamento do assunto.
11 - DEFINIÇÃO DAS DIVISÕES:
Divisões são as seções principais do corpo de um sermão bem ordenado (esboço). Quer sejam enunciadas durante a entrega, quer não, um sermão corretamente planejado será dividido em partes distintas que contribuirão para sua unidade.
12 - CARACTERÍSTICAS GERAIS:
Quanto ao pregador:
O corpo do sermão deve ser arquitetado de acordo com um plano ou esboço definitivo. Não se pode denominar de sermão aquilo que não apresenta um plano definitivo;
As divisões devem ser claras e simples, livres de pontos obscuros, idéias vagas ou expressões indefinidas, assim como de qualquer preocupação com efeitos sensacionalistas;
As divisões devem promover a unidade de pensamento. A unidade é essencial a construção da mensagem;
As divisões ajudam o pregador a descobrir o tratamento Correto de um assunto;
As divisões devem ser elaboradas harmonicamente. Use três afirmações, três exclamações, três interrogações, mas nunca misture uma afirmação com. uma interrogação ou uma exclamação com uma pergunta;
Empregue o menor número possível de divisões principais;
Recomenda-se que as divisões sejam rítmicas. Num esboço de três pontos, usa-se-ia palavras com terminações como: são, ação, avél, o, a, ar, er, ir, ismo, ou dade.
Ex.: (01). Jo. 19:1718.
Tema: "O Lugar' Chamado Calvário".
Esboço:
I Era Lugar de Crucificação;
II Era Lugar de Separação;
III Era Lugar de Exaltação.
Ex.:(02). ITs. 2:4.
Tema: "A Visão Mundial de Deus".
Esboço:
I É a Visão da Humanidade;
II É a Visão da Eternidade;
III É a Visão da Verdade.
As divisões principais devem observar a "Lei do Progresso Gradativo LPG", os pontos devem ser colocados, em escala ascendentes;
Devesse conduzir o sermão ao clímax no momento exato.
Quanto ao ouvinte:
Há pelo menos duas grandes vantagens:
As divisões esclarecem os pontos do sermão. É muito mais fácil para o ouvinte falada, quando as idéias principais estão acompanhar e entender uma mensagem ordenadas e proferidas claramente;
As divisões ajudam a recordar, recapitular, os aspectos principais do sermão. Muitas vezes, as pessoas que se dizem abençoadas pelo sermão, quando perguntadas pelo teor da mensagem já não se lembram, ou apenas vagamente. Pode até ser falha de memória, no entanto, na maioria dos casos foi falta de didática do pregador.
13 - DEFEITOS QUE DEVEM SER EVITADOS:
As digressões a mudança brusca e ilógica do tema;
O excesso de divisões e subdivisões;
A citação de nomes de pessoas, principalmente sem a devida permissão. As exceções ficam para os livros, autores e casos notoriamente públicos.
Procurar elaborar o sermão de forma simétrica, em relação ao tempo e em relação ao conteúdo o número deve ser eqüitativo: Introdução = 4' I, II, III = 7' e Conclusão = 5', totalizando 30 minutos.
Devem ser distintas: Conservando a linha mestra do pensamento deve haver dependência de cada ponto. As vezes num grupo muito grande de divisões ou subdivisões nota-se apenas repetições com palavras diferentes apenas.
14- AS TRANSIÇÕES:
E o elemento preparatório para se passar de uma divisão para outra, de um assunto para outro;
O ouvinte não tem diante de si, um esboço do sermão para seguí-lo, e seu único meio de acompanhar a seqüência da mensagem é o pensamento do pregador e suas próprias palavras;
A transição deve ser feita de modo a permitir a passagem suave e fácil de idéias de uma parte para outra parte do sermão;
A transição pode ser feita com uma palavra, ou uma sentença breve, ou o anúncio da próxima, divisão: Ex.: Agora, por conseguinte, novamente, ademais, vejamos, ponto seguinte, ou enumerando as divisões, como: primeiro, segundo, terceiro..., etc.
A transição também pode ser caracterizada pela mudança do tom de voz, gestos com as mãos, respiração, silenciando-se, etc.
15 - A CONCLUSÃO OU PERORAÇÃO:
Os grandes oradores gregos e romanos davam especial atenção as suas pregações, parecendo sentir que a Conclusão era a batalha final que decidiria a guerra e, assim, reuniam todas as suas forças para um esforço supremo.
A conclusão e sem dúvida, o elemento mais poderoso de todo o sermão. Se não for bem executada pode enfraquecer ou até mesmo destruir as partes anteriores da mensagem. Alguns pregadores se esquecem da importância da conclusão e, como resultado, seus sermões fracassam no ponto crucial. Em vez de concentrarem o material num ponto (foco) de calor e poder, permitem que a corrente de pensamento no final se dissipe em observações fracas, vagas ou sem importância.
1- Características gerais da Conclusão:
Retórica, psicológica e espiritualmente a Conclusão é, a parte mais vital do sermão.
Não é a parte que se adiciona ao sermão, e sim parte orgânica dele, ou seja, completa a forma e o efeito do mesmo;
É a reunião das várias idéias e impressões de mensagem para um impacto
final sobre o espírito e as emoções dos ouvintes;
Em muitos casos é ela o lugar em que sermão atinge o clímax;
Como parte vital do sermão deve ser cuidadosamente preparada;
Deve adaptar-se perfeitamente com o Corpo do sermão.
2 - Relação da Conclusão com os vários elementos ligados a ela:
Quanto ao sermão o,seu propósito e levar o tratamento do assunto a um final adequado.
Quanto aos ouvintes o seu propósito e relacionar a verdade de forma esperançosa e permanente em suas vidas.
Quanto ao pregador e o adeus, em que ele deixa nas mãos dos ouvintes pensamentos vitais e eternos para que se decidam depois do que ouviram.
3 - Princípios básicos para o preparo da Conclusão:
A conclusão deve ter uma finalização natural e apropriada ao sermão como um todo. Por isso devesse evitar toda e qualquer matéria nova ou estranha.
Deve ser pessoal. A pregação é o encontro, ou combate pessoal, homem com outros homens. Ele é o mensageiro de Deus, e nesta posição suplica, exorta, persuade, aconselha, guia, desafia e convida.
Deve ser viva e enérgica. Uma reprodução forte e vivida do pensamento principal do sermão, como pregos bem cravados no coração de cada ouvinte.
Deve ser precisa, definida e clara nos pensamentos e na expressão. Se há uma parte do sermão que exija maior clareza e conselhos definidos e objetivos, é justamente a conclusão.
4- Formas de Conclusão:
Recapitulação Não basta repetir as divisões, e necessário revivê-las. Este método e próprio para iniciantes;
Aplicação Prática É a indicação daquilo em que a verdade pregada afeta a vida dos ouvintes, de modo particular ou algum ponto especial;
Apelo Direto O pregador dirige-se individualmente ao ouvinte;
Ilustração E uma maneira muito atrativa de terminar uma mensagem;
Sentença Final Uma sentença forte e tocante;
Poética Poesias, hinos, etc.
5- Características de uma boa Conclusão:
Amorosa Toda conclusão deve ser feita em tom de ternura e amor, nos gestos, nas palavras e na voz;
Segura sem desculpas ou tropeços;
Sincera sem piadas ou gracejos de mau gosto;
Positiva devesse acentuar o positivo mesmo que o sermão tenha tratado do negativo;
Breve devesse evitar, contudo, a precipitação;
Simples compreensível;
Pessoal sem ser egoísta ou exibicionista.
VII - O APELO
O apelo não faz parte propriamente do sermão, porém, e um convite ao ouvinte a aceitar e decidir em favor do que foi apresentado na pregação.
16 - CARACTERISTICAS GERAIS:
Deve ser breve e objetivo;
Deve ser honesto nos propósitos e meios;
Deve ser simples e claro.
17 - ERROS A SEREM EVITADOS:
As caudas nos sermões alheios. Até onde possível, o próprio pregador deve fazer o apelo;
As falsas manifestações de arrependimento;
Os gritos e ameaças com a finalidade de forçar o ouvinte a decidir;
Evitar o ar de juiz e saber que no máximo o pregador e um advogado, sendo que sua posição correta e a de intercessor;
Evitar gestos de ira, orgulho, desalento, frustração, etc; Evitar os truques.
18 - AS PRINCIPAIS CLASSES DE APELO:
1- Indireto Fala a congregação em geral;
Ex.: "Se porventura há alguém que ainda não aceitou a Jesus como Salvador, eu o convido a vir a frente e fazê-o" (Apelo congregacional).
2- Direto Fala aos descrentes diretamente;
Ex.: "Convido aos que ainda não fizeram um compromisso com Deus a fazê-lo nesta oportunidade";
3 - Pessoal Dirigi-se a uma pessoa em particular, geralmente pessoa conhecida. Devesse tomar o cuidado para não constranger a pessoa ou fazê-la sentir se humilhada ou forçada;
4 - EspecÍfico aos crentes em geral, para curas, vitórias, etc.
CONCLUSÃO
A felicidade de qualquer nação depende, fundamentalmente da influência que o Verdadeiro Deus exerce sobre as pessoas, as famílias, e as instituições que a formam. Quando se buscam deuses falsos ou quando não buscam a deus nenhum, quando é desconhecida a Lei de Deus e são ignorados os ensinos de Jesus, transmitidos pelos seus mensageiros, a nação não pode ser feliz, harmoniosa e forte.
Cresce assustadoramente o índice de criminalidade e se multiplica a violência, viver em nossos dias, nas grandes cidades torna-se, a cada dia que passa, um terrível pesadelo. Os jovens estão sendo atacados pelas hostes infernais, através das drogas que lhes desfibram a saúde mental, física e espiritual, a imoralidade e o alcoolismo campeiam-se. A família, que é a criação divina, este sendo destruída, deteriorando os, valores éticos e espirituais da nação.
O que e que esta faltando na humanidade? A resposta é: "Jesus". Diante desse quadro sombrio, é necessário que tenhamos homens com compromisso de vida cristã, para levar mensagens puras e genuínas do nosso Deus aos corações que gritam como um grito mudo, que somente Deus pode ouvir e todos conheçam e temam e amém ao Deus Verdadeiro.
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